Contabilizamos, ao todo, nossa presença em 12 de 14 fóruns.
Nossa participação é intensa e significativa, no sentido de ajudar a construir o ideal que permeia as ações de nossa querida ABRARTE (Associação Brasileira de Artistas Espíritas) – evento que reúne lideranças de arte espírita de todo o Brasil.

No último feriado, de 15 a 18 de Junho, o 14º Fórum Nacional de Arte Espírita aconteceu na cidade de Goiânia e foi recheado por apresentações artísticas, seminários, estudos, vivências e eleição da nova diretoria.
Estiveram presentes os artevideiros: Aurélio Nalini, Edna de Paula, Eneida Benate, Eneida Nalini, Ewerton Meirelles, Lígia Benate, Clara Benate, Carol Benate, Mateus Oliveira e Roberto Sabino. Na ocasião, o grupo homenageou Nazareno Tourinho, através da apresentação de um fragmento da peça “Estranha Loucura”- adaptação baseada na peça do homenageado, com o nome em original: A Estranha Loucura de Lorena Martinez (1998), dirigida por Mauro Junior e com montagem e apresentações de 2008 a 2010. Além desta apresentação, Ewerton também declamou uma poesia na noite de sábado.

Importante registrar também a presença da presidente do Instituto Arte e Vida e coordenadora do 16º FECEF (2017), Edna Daniela de Paula, na próxima diretoria da ABRARTE, ocupando o cargo de vice-presidente da instituição, e de Eneida Nalini, no Conselho Doutrinário. Edna também trabalhou como cerimonialista nas noites de quinta, sexta e sábado, com Humberto Borges da Costa, de Vitória/ES. O conselheiro fiscal do Instituto Arte e Vida, Mateus Barbosa de Oliveira, e Eneida Nalini participaram da gravação de um pequeno trecho para um espetáculo de dança sobre Amélie Gabrielle Boudet, dirigido por Denize de Lucena (Lorena/SP). Ele, no papel de Allan Kardec, e ela, de Amélie Grabrielle Boudet, ou madame Rivail. Ewerton, como um dos coordenadores de Festival da Canção do 16º FECEF, e Edna, também gravaram entrevista para a FEBtv. Assumimos nosso compromisso de retomarmos alguns trabalhos para o Instituto Arte e Vida e para o Fórum da ABRARTE, como o processo de criação em dança, com pessoas acima dos 40 anos e produção de artigos na área de Arte Espírita.

Foram momentos de integração e grande importância para o movimento de arte espírita brasileiro, além do reencontro de almas irmãs, o que representa a reafirmação do compromisso e abastecimento das energias para o trabalho.

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Lígia Benate, Eneida Nalini e Equipe de Comunicação do Instituto Arte e Vida